Armas na Mesa | Crítica


Em ‘Armas na Mesa’ Elizabeth Sloane (Jessica Chastain) é uma estrategista política com um passado conturbado. No decorrer de seu trabalho, situações a fazem decidir enfrentar o poderoso lobby da indústria de armas americana. O seu objetivo é que a nova legislação mais rigorosa tenha sucesso. Para conseguir isso, Elizabeth inicia uma campanha feroz que a fará enfrentar inimigos poderosos usando todas as suas habilidades e colocando em risco a sua própria carreira e seus entes queridos.

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Dirigido por John Madden (nomeado para um Oscar por “Shakespeare Apaixonado”) Este é um típico thriller político pensado para ser muito emocionante. Usando a lei de controle como pano de fundo, aqui, as armas estão na mesa dos escritórios mais importantes em Washington DC, onde as decisões que afetam a vida de milhões são tomadas.

Em tons de cinza azulado, a fotografia sobressai a vida corrida e o jogo diário de interesses dos personagens. Com diálogos extensos e desenrolar demorado, ‘Armas na Mesa’ se torna longo e em alguns momentos muito cansativo. O roteiro de Jonathan Perera leva o argumento a contar uma história bem detalhada, e as interpretações são totalmente convincentes.

Jessica Chastain é a verdadeira lobista, que realmente prevê e antecipa os movimentos de seus oponentes, e essa é a lissão que ela pretende lhe ensinar.

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Apesar de extenso, o filme lhe reserva um final surpreendente, e mesmo que não entendamos todas as razões da protagonista, vale a pena ver o desenrolar até o final.

Armas na Mesa’ é um filme para quem tem paciência e gosta de histórias longas.

Data de lançamento 2 de fevereiro de 2017 (2h 09min)
Direção: John Madden
Elenco: Jessica Chastain, Mark Strong, John Lithgow mais
Gênero Drama
Nacionalidades Eua, França

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