Crítica descreve Bright, como o pior filme do ano; com direito a resposta do Diretor


As primeiras críticas de Bright, A produção de Conto de Fadas, dirigida por David Ayer de Esquadrão Suicida, não são nada suaves. O filme chega nesta sexta-feira (22) aos assinantes da Netflix e tem 29% de aprovação no site Rotten Tomatoes (de 29 críticas publicadas, 7 são positivas e 22 negativas).

O que não desaprova o filme, como bom ou ruim, o sistema de criticas do Rotten Tomatoes, não é o mais correto nem é um indicador de fracasso ou de sucesso, pois como sempre se é dito, nem sempre se agradara gregos e troianos, Bright é um grande filme comercial, com um ótimo roteiro e um elenco melhor ainda, não custa conferir, mas para, os críticos de plantão, esqueçam qualquer padrão já visto nos filmes até hoje.

Escrita por Max Landis e protagonizada por Will Smith e Joel Edgerton, a produção se passa em uma realidade alternativa onde humanos convivem com orcs, elfos e fadas. Ali, dois policiais de Los Angeles se envolvem em um incidente que pode alterar o mundo em que vivem durante uma patrulha de rotina.

O crítica David Erhlich, do site IndieWire, elegeu o filme o “pior de 2017”, provocando uma resposta quase imediata de Ayer no Twitter:

“Vou colar isso (a crítica) na geladeira. O melhor elogio é uma reação forte de qualquer maneira. Essa é uma crítica épica. é um filme grande e divertido. Você é bom em colocar palavras juntas, Sr. Ehrlich. Gostaria de ler qualquer roteiro que tenha escrito”.

Ehrlich não deu continuidade à provocação, apenas disse que vai “continuar de olhos abertos para os próximos trabalhos” de Ayer.