Perfeita é a Mãe | Crítica


Poster_BadMoms_Fingers_BR_64x94cm_v7.jpgLançamento: 11 de Agosto.
Elenco: Mila Kunis, Kristen Bell, Kathryn Hahn.
Direção: Jon Lucas, Scott Moore.
Produção: Jon Lucas, Scott Moore.
Gênero: Comédia.
Nota do filme:
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Ser mãe é difícil, isso é claro. Nem as crianças vêm com um manual de instruções sob o braço, ou adultos sempre têm as respostas certas sobre o que fazer em todos os momentos, por isso às vezes o stress e peso de responsabilidades diárias podem afetar até mesmo a nossa saúde. Felizmente, não é o caso das personagens femininas de “Perfeita é a Mãe”.072816-bad-moms-costumes-2

Os mesmos escritores e diretores da franquia “Se Beber não Case”, Jon Lucas e Scott Moore, o filme chega aos cinemas nesta quinta-feira 11 de agosto. Podemos dizer que foi uma tentativa de recriar o clima de “Se Beber não Case” no universo feminino.

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O longa retrata a vida de Amy Mitchell (Mila Kunis), atarefada e sempre atrasada, mãe de dois filhos, que se vira nos 30 para conseguir dar conta do recado. Cansada do sistema, que impõe que as mulheres precisam cuidar da casa, dos filhos, dos maridos e de si mesmas e ainda serem perfeitas, Amy resolve dar seu grito de independência.

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Mais tarde ela se une a mais duas mães, Carla (Kathryn Hahn), a solteirona e destrambelhada, e Kiki (Kristen Bell), recatada, bela e do lar, que também estão cansadas disso tudo e resolvem se rebelar. É neste momento que o filme se divide em dois campos de batalha, de um lado o time das “mães perfeitas” e do outro as “mães ruins”.

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Também fazem parte do elenco, Christina Applegate (Gwendolyn), Jada Pinkett Smith (Stacy) e Annie  Mumolo (Vicky), que compõe o time das “mães perfeitas” que irão infernizar o trio.

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Se uma coisa está clara é que esta é uma comédia feita para mulheres. Há uma palavra que não é usada em nenhum momento durante o filme: “pai“. Todas as alegrias e tristezas, ou ainda os problemas e responsabilidades pertencem exclusivamente às mães. Sem ofensa para ninguém, os homens servem pouco aqui, todos, exceto um, que acontece de ser um pai viúvo solitário (Jay Hernandez), o “tipo ideal” de homem que toda mulher gostaria de ter.

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A verdade é que o filme é hilário nos momentos mais incomuns, mas, além de muito riso e, embora possa parecer que não, o filme nos oferece algo para pensar: Em primeiro é um lembrete de que, nesta era de redes sociais, onde nossas vidas estão mais expostas do que nunca, a pressão de ser a mãe perfeita é real, ela existe.

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Em segundo: Tudo que você faz está sendo julgado de forma contínua, e se qualquer decisão que você tomar não estiver dentro do socialmente aceito você vai ser submetida a um olhar crítico duro. Entretanto ele também mostra que não há uma forma ideal de educar as crianças, mas é necessário para cada pessoa fazê-lo da maneira que melhor se adeque à sua família e seus princípios.

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E finalmente e mais importante: Não devemos julgar, porque você nunca sabe o que uma pessoa pode estar passando, independentemente da forma como ela se apresenta em público.

Perfeita é a Mãe” traz a tona temas como a maternidade aos 20 anos, mães solteiras e até a ditadura dos alimentos saudáveis entra em pauta, de uma forma leve e descontraída, apesar de abusar dos estereótipos, é possível dar boas risadas. Essa é uma comédia que não se destina a ser um grande filme, mas cumpre o seu propósito muito bem.

https://www.youtube.com/watch?v=efcE5Gfrm_E&feature=youtu.be

 

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