Todo dia | Crítica


Nota:

Data de lançamento 26 de julho de 2018 (1h 38min) Direção: Michael Sucsy Elenco: Angourie Rice, Justice Smith, Owen Teague mais Gêneros Drama, Fantasia, Romance Nacionalidade EUA
6.0

“A” é um espírito que acorda todos os dias em um corpo diferente. Um dia, o corpo em que vive é o de Justin (Justice Smith), o namorado de Rhiannon (Angourie Rice),  que ao longo do dia irá preencher os detalhes que normalmente não existem nesse relacionamento.

No dia seguinte, Rhiannon fala com seu parceiro e ele não se lembra de nada que aconteceu durante essas horas.

Nesse mesmo dia, uma nova garota se aproxima e a partir daí Rhiannon vive uma aventura fantástica, onde precisará a cima de tudo, confiar no inexplicável para entender o rumo que a sua vida precisará tomar.

Ilha dos Cachorros | Crítica

O filme dirigido por  Michael Sucsy se apóia no roteiro de  Jesse Andrews baseado no romance de David Levithan. ‘Todo dia’ entra nesse mundo de filmes classificados como gentis. Um estilo narrativo cada vez mais em voga nas telas de nossos cinemas, usando mil e um temas, abordando todas as idades do ser humano, como a adolescência, neste caso. Talvez, essa necessidade de alguns cineastas em mostrar esse tipo de filme seja motivada pela realidade de nossa sociedade. Um mundo cada vez mais caótico e onde sentimentos e emoções parecem ter sido aliviados por egos pessoais e materialismo, entre outros fatores, bem como um elemento muito presente em todo o filme que são as redes sociais e o uso do celular. Um filme de amor, algo simples e reflexivo.

O longa mostra a necessidade de amar e ser amado, o aceitando como você é, e não como você gostaria de ser (a diversidade em todos os campos). Viver o momento que nos toca pelo destino e não o invejado nos outros. A necessidade de ser ouvido e entendido. O valor da vida como se fosse 24 horas e a percepção de que cada dia é diferente, com todo o bem e o mal que nos é oferecido desde o amanhecer até o anoitecer.

Aos Teus Olhos | Crítica

Uma história de amor tão simples de entender, tão “complexa” de assimilar, apresentada como uma fábula, na minha opinião, coberta de merengue.

Embora este tipo de filmes seja agradável de assistir, deve-se dizer que o diretor poderia ter aproveitado muito mais o assunto. Mas, é de bom tom deixar claro que a sua mensagem foi bem recebida, e por que não proliferar um pouco mais dessa energia? Vamos assistir?