Nota:

Data de lançamento 15 de março de 2018 (1h 58min) Direção: Roar Uthaug Elenco: Alicia Vikander, Dominic West, Walton Goggins mais Gêneros Aventura, Ação Nacionalidade EUA
5.5

Esqueça (quase) tudo o que você sabia sobre Lara Croft através dos dois filmes estrelado por Angelina Jolie. A franquia originada dos games está novamente na primeira página, com um novo filme que chega aos cinemas dando a personagem uma curva de 180 graus.

O reinício da franquia centrada em Lara Croft (Alicia Vikander) nos mostra uma nova origem para a heroína. Ao contrário do videogame, o filme nos dá mais antecedentes: nós a conhecemos com 21 anos, vivendo além do legado comercial. Seu pai se foi há anos e ela decidiu tomar um novo caminho, independentemente do seu poderoso sobrenome. Na verdade, ela não aceita a morte de seu pai e passa a ganhar a vida distribuindo comida, além de se exercitar no ginásio.

O início do novo Tomb Raider  é bastante urbano, marcado por breves flashs, quais vemos a Lara aprendendo a lidar com o arco e lembrando momentos de sua infância com seu pai. E é um prólogo necessário para tornar o personagem mais credível à medida que aprofunda o mistério.E assim a história vai intercalando as sequências de ação mais interessantes, como uma bicicleta perseguindo as ruas de Londres (excelente trabalho de especialistas e montagem).

Precisamente, uma das ferramentas que fazem desta primeira parte o melhor do conjunto,  é a trilha sonora, composta por Junkie XL que deixou  a Liga da Justiça para se concentrar neste projeto.

Uma pista a leva a uma ilha remota no Japão, chamada Yamatai (como no jogo), o último local conhecido de seu pai, e a partir desse momento, as maiores semelhanças com o videogame são: o naufrágio de seu navio (como pode-se ver no trailer) e a tomada de “sobrevivência extrema”, com o bônus adicional de que esta nova Lara já está um pouco preparada para o campo de batalha, que foi aberto por uma corporação que está por trás da descoberta arqueológica que pode trazer consequências ameaçadoras para a humanidade.

Em termos gerais, Tomb Raider  é um filme que não tem senso de humor e CGI, especialmente nos momentos mais “videogame”. Esta nova Lara Croft é mais jovem e assexuada (não masculinizada), algo que poderia ser recebido como uma bandeira feminista, se não fosse por apenas compartilhar duas seqüências com duas outras mulheres. Dito isto, também deve ser observado que este é um espelho muito mais limpo no qual as novas gerações podem refletir.

Claro, o filme pretende lançar uma sequência, mas isso dependerá essencialmente da recepção nas bilheterias. A essência dos jogos está lá, mas são sequências resolvidas quase com preguiça. É verdade que, na última seção do videogame do Tomb Raider, Lara tornou-se bastante “Rambo”, mas aqui é muito incrível.

Tire as suas próprias conclusões e mande a sua opinião para nós! Também queremos saber o que achou da nova aventura de Lara.

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